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Archive for junho \30\UTC 2010

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♪ Astronauta, diz pra mim cadê você,
bailarina não consegue mais viver. ♪

.Tiê.

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não sabe qual é a música? baixa aqui, ó: músicaclipe

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Se amanhã o que eu sonhei não for bem aquilo, eu tiro um arco-íris da cartola. E refaço. Colo. Pinto e bordo. Porque a força de dentro é maior. Maior que todo mal que existe no mundo. Maior que todos os ventos contrários. É maior porque é do bem. E nisso, sim, acredito até o fim.

.Caio Fernando Abreu

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A vida pode ser mais leve. Mais lúdica. Se eu não brincasse, enlouqueceria. Não posso nem sei ser essa imagem que tanta gente congelou a respeito do que é ser adulto. Passo longe desse freezer. Quero o calor da vida. Quero o sonho e a realidade melhor que ele puder gerar. Quero alguma inocência que não seja maculada. Quero descobrir coisas que não suspeito existirem e, que para minha surpresa, têm significado para o meu coração. Adulta, quero caminhar de mãos dadas, vida afora, com a criança que me habita: curiosa, arteira, espontânea.

.Ana Jácomo

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E você se acostuma tanto a ver todo mundo guardando o seu pra si, que começa a fazer igual. Mas de vez em quando aparece uma ovelhinha, sabe, uma ovelhinha que não consegue dissimular que dói, que não consegue entender por que ela tem de ser má igual a todo mundo. E essa aí, esse aí que seja, não tem costelas que protejam o coração, então ele cobre com lã e cota de malha, uma defesa externa que não permite ver o brilho do próprio peito. E pra esses, meu amigo, o amor é um labirinto: milhares de pistas e nenhum céu. Eles não conseguem ler, nem conseguem confiar, e plantam armadilhas. E pra amar gente assim, brother, precisa voar por sobre tudo. Sobre tudo mesmo.

.Caio Fernando Abreu

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depois de apresentar a vocês o encantador Thiago Pethit, venho aqui pra trazer a simplicidade de Roberta Campos. deixo as palavras com Alexandre Ktenas:

Ouvir Roberta Campos é uma experiência multi-sensorial. Coloque pra tocar e deixe rolar. Sem a menor cerimônia, um quarteto de cordas invade sua sala; com o pé na porta, os teclados de Dadi e a guitarra havaiana de Christiaan Oyens preparam a chegada de uma voz que, timidez jogada no lixo, avisa “vou varrer a lua, varrendo sua solidão”. E varre até não parar mais. “Mundo Inteiro” entra na cadência de um folk-reggae mineiro declarando um amor enorme de grande, esperando o tempo que for. “A Felicidade” escancara uma simplicidade apaixonante, verdadeira raiz da magia deste álbum. “Acabou” é um final sem fim, “Sinal de Fumaça” mostra uma produção atualizada com as idéias de Bon Iver e Florence And The Machine. Em “Aqui, Ali”, a poesia ganha contornos geniais: “Vou chorar. Às vezes vou sorrir de amor. Ser assim, trazer o lado bom das cores. Vou somar os restos que você deixou. Melhorar, reparando minhas dores”. E no meio das confissões de amor que ela faz em “De Janeiro A Janeiro”, surge a inconfundível voz de Nando Reis: “Olhe bem no fundo dos meus olhos e sinta a emoção que nascerá quando você me olhar. Te amarei de janeiro a janeiro até o mundo acabar”. Na simplicidade de Roberta, “de repente o cara que cantava Marvin estava ali na minha frente, cantando a minha música”. Ao que ele responde, olhos cheios d’água, para o produtor do álbum Rafael Ramos ao ouvir a gravação que acabara de fazer no estúdio: “Chegaram as águas de março”.

CDs: ¨Varrendo a Lua¨ e ¨Para Aquelas Perguntas Tortas¨.

quer saber mais sobre ela? entra aqui, ó: MySpace – Twitter

bom vício!

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sinto muito.

Que me desculpem os apáticos,
Não tenho medo de sentir.
Eu sinto muito.

.Ana Jácomo

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