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Archive for outubro \27\-03:00 2011

Quando a gente ama só um sorriso já basta. Um abraço é a prova de que dois corpos podem sim ocupar, ao mesmo tempo, um só lugar no espaço. As palavras não precisam ser ditas para que sejam compreendidas – nos comunicamos só com o olhar. o olhar encanta.

Amar é não aceitar migalhas, pedaços, metades.. é ser inteiro. é ser dois. dois em um.

Como diz Carpinejar,

“Não há nada mais agradável do que misturar os defeitos com as virtudes e perder as contas na partilha.”

.Juliane Garcia

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exato momento

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Celebro o amor e elejo um pensamento bom por dia. Percebo a força que palavras doces têm. E sei que o que recebo é sempre um eco.

.Marla de Queiroz

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♪ Qualquer amor já é
um pouquinho de saúde
um montão de claridade
contribuição pra cura dos problemas da cidade

Qualquer amor que vem
desse vagabundo e bobo
coração atrapalhado
procurando o endereço
de outro coração fechado

Amor é pra quem ama
amor matéria-prima
a chama
o sumo
a soma
o tema

Amor é pra quem vive
amor que não prescreve
eterno
terno
pleno
insano

Luz do sol da noite escura

Qualquer amor já é
um pouquinho de saúde
um descanso na loucura. ♪

.Lenine.

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Não tenho simpatia por perguntas, explicações, sou econômica no falar em certos momentos, o silêncio me define melhor. Meus olhos já são falantes o suficiente

e quando a vontade de verbalizar me agita… escrevo.

.Renata Fagundes

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– E quem irá dizer que não existe razão?

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Salve o amor. Aquele de conchinha e barba na nuca, que pode durar pra sempre ou só até amanhã. Aquele amor sem medo, sem freio, que ama e pronto. Salve o amor que a gente dá e pega de volta outra hora, outro dia, com outra pessoa. Aquele aconchego facinho que não posa, não se esforça, não finge. Salve o amor-próprio, que resolve a vida de muitos, o amor das amigas, que aguenta, arrasta e levanta. Salve o amor na pista, que roça, se esfrega, se joga e vai embora. Um amor só pra hoje, sem pacote pra presente, sem laço ou dedicatória. Salve o primeiro amor, que rasgou, perfurou, corroeu… ensinou. Salve o amor selvagem, o amor soltinho, o amor amarradinho. Salve o amor da madrugada, sincero enquanto dure e infinito posto que é chama. Salve o amor nu, despido de inverdades e traquitanas eletrônicas. Salve o amor de dois a dez, um amor sem vergonha, sem legenda. Salve o amor eterno, preenchido de muitos ardores. Salve o amor gigante, mas sem palavras, o rotativo e o escrito, salve o amor rimado, cego, de quatro. Salve o amor safado, sincero e sincopado, o amor turrão e o encaixado.

.Lia Bock

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Sorrir com os olhos, falar pelos cotovelos, meter os pés pelas mãos. Em mim, a anatomia não faz o menor sentido. Sou do tipo que lê um toque, que observa com o coração e caminha com os pés da imaginação. Multiplico meus cinco sentidos por milhares e me proponho a descobrir todos os dias novas formas de sentir. Quero o cheiro da felicidade, o gosto da saudade, o olhar do novo, a voz da razão e o toque da ternura. Luto contra o óbvio, porque sei que dentro de mim há um infinito de possibilidades e embora sentimentos ruins também transitem por aqui, sei que devo conduzi-los com a força do pensamento até a porta de saída. Decidi não delegar função para cada coisa que eu quero. Nem definir o lugar adequado para tudo de bom que eu sinto. Nossos sentimentos são seres vivos e decidem sem nos consultar. A prova de que na vida, rótulos são dispensáveis e sentimentos inclassificáveis.

.Fernanda Gaona

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Estrelado por Audrey Tautou, a personagem Emilie de Uma Doce Mentira parece remontar Amélie, papel que consagrou a atriz no filme O Fabuloso Destino de Amélie Poulain (2001). Como Amélie, Emilie se preocupa bastante em buscar a felicidade dos outros que acaba esquecendo de sua própria vida.

Aí vai a sinopse:

Emilie (Audrey Tautou) recebe uma carta de amor anônima. Sua primeira reação é jogá-la no lixo. Mas ela vislumbra uma forma de ajudar sua mãe (Nathalie Baye), uma mulher triste e amargurada desde a partida de seu ex marido. Emilie envia a carta para a mãe, sem saber que o autor é Jean (Sami Bouajila), seu tímido empregado. Seu gesto desencadeará uma série de desentendimentos, criando situações hilárias.

Vale a pena assistir!

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Não que eu não acredite em maldade,
só prefiro não passá-la adiante

.Fernanda Gaona

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