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Posts Tagged ‘lya luft’

Mais tarde eu saberia que certas experiências se partilham – até mesmo sem palavras – só com gente da mesma raça. O que não significa nem cor nem formato de olho nem tipo de cabelo, mas o indefinível parentesco da alma.

.Lya Luft

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A gente pode até se vingar de toda a chatice, a grossura, a crueldade e angústia, sendo feliz.

.Lya Luft

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Nunca esqueci a experiência de quando alguém botou a mão no meu ombro de criança e disse: – Fica quietinha um momento só, escuta a chuva chegando. E ela chegou: intensa e lenta, tornando tudo singularmente novo. A quietude pode ser como essa chuva: nela a gente se refaz para voltar mais inteiro ao convívio, às tantas frases, às tarefas, aos amores. Então, por favor, dêem isto: um pouco de silêncio bom para que eu escute o vento nas folhas, a chuva nas lajes, e tudo o que fala muito para além das palavras de todos os textos e da música de todos os sentimentos.

.Lya Luft

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Mais tarde eu saberia que certas experiências se partilham – até mesmo sem palavras – só com gente da mesma raça. O que não significa nem cor nem formato de olho nem tipo de cabelo, mas o indefinível parentesco da alma.

.Lya Luft

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Não lembro em que momento percebi que viver deveria ser uma permanente reinvenção de nós mesmos — para não morrermos soterrados na poeira da banalidade embora pareça que ainda estamos vivos.
Mas compreendi, num lampejo: então é isso, então é assim. Apesar dos medos, convém não ser demais fútil nem demais acomodada. Algumas vezes é preciso pegar o touro pelos chifres, mergulhar para depois ver o que acontece: porque a vida não tem de ser sorvida como uma taça que se esvazia, mas como o jarro que se renova a cada gole bebido. Pensar é transgredir.

.Lya Luft

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Seria preciso decretar urgentemente, que o preconceito é doença, a infelicidade é proibida, e a burrice é crime inafiançável, amém.

.Lya Luft

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há tempos não rabisco nem rasgo  papéis recheados com minhas palavras tortas.

talvez porque elas não compreendam meus sentimentos. talvez porque estejam adormecidas como vulcões. talvez porque tenho perdido todo meu tempo sentindo. sem nada dizer. mas como diz Lya: há o dito sem palavras, o silêncio dos diálogos. e é nisso que me encontro. quem precisa de palavras quando se sente?

já senti com o cérebro. já senti com os olhos. já senti com músicas. já senti com palavras. agora, apenas sinto.

é… talvez isso mude. mas o importante é que tudo ainda esteja quieto na memória.

.Juliane Garcia

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