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Posts Tagged ‘viagem’

Sábado, 12 de julho de 2014. 39º dia de viagem.

Começamos o dia indo até a Catedral de Cristo Salvador, em russo Хра́м Христа́ Спаси́теля, localizada bem próxima ao nosso hostel e também pertinho do Kremlin e da Praça Vermelha. Esta catedral disputa o posto de principal igreja ortodoxa de Moscou com a Igreja de São Basílio – aquela famosa igreja coloridinha que todo mundo conhece.

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Nem todo mundo sabe, mas esta catedral foi construída após a vitória do exército russo sobre as forças napoleônicas a mando do imperador russo Alexandre I, em honra de seus soldados mortos.

ao redor da igreja há uma praça, belíssima, por sinal.

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o relógio marcava meio-dia quando chegamos a Praça Vermelha, em russo: Красная площадь, onde está localizada a famosa Catedral de São Basílio. é interessante saber que o nome da praça é vermelha não somente por sua cor, mas porque a palavra russa que lhe nomeia pode também significar “bonito”. e beleza ela tem de sobra! em frente a praça está localizado o Kremlin, uma verdadeira fortaleza que abriga o governo russo.

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nesse dia parecia haver uma cerimônia para a posse de novos oficiais militares. muitos rapazes e moças passavam por nós vestidos com trajes de gala e acompanhados de seus pais e parentes que lhe entregavam flores, batiam milhares de fotos e jogavam moedas para trás – talvez como sinal de boa sorte.

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na Praça Vermelha está localizado o mausoléu do Lênin, um dos maiores ícones da Revolução Russa.

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esta última foto é só a título de ilustração. este é apenas um dos canteiros de flores espalhados pelas ruas de Moscou. como a foto mostra, elas são sempre bastante coloridas. é de encher os olhos!

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Sexta-feira, 11 de julho de 2014. 38º dia de viagem.

Chegamos a Rússia por volta das 14h. estava um dia bem bonito, nem quente nem frio. super agradável. a primeira impressão foi de estranheza, afinal não é todo dia que seu alfabeto some e tudo se transforma em cirílico, até seu nome, que passa a ser ЖУЛиAHE. mesmo assim, todo o medo que eu tinha da Rússia se desfez num minuto! a recepção no aeroporto foi ótima, logo conseguimos nos localizar, ninguém tentou nos atropelar na chegada e nem um urso sequer apareceu… haha alguns esteriótipos foram quebrados, outros foram ratificados.

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nosso hostel, Oh So Indie, ficava a poucos quarteirões da Praça Vermelha, mas nosso cansaço de uma noite dormida no aeroporto não permitiu chegar até lá no primeiro dia. conhecemos, então, apenas os arredores do hostel, onde encontramos várias lojinhas de souvenir, vários artistas de rua e muita coisa bonita.

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Quinta-feira, 10 de julho de 2014. 37º dia de viagem.

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Nosso último dia em Amsterdã. Agora partiríamos para a parte mais “temida” da viagem: a Rússia.

E assim foi: passamos o dia passeando pelo centro de Amsterdã. o último dia é sempre nostálgico e serve para buscar souvenir. a noite pegamos um avião rumo a Londres, onde passamos a noite a espera do voo para Moscou.

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Terça-feira, 08 de julho de 2014. 35º dia de viagem.

terceiro dia em Amsterdã e finalmente resolvemos sair da toca. o problema: o dia estava friiiio e a chuva nos pegou. eita verão…

passamos o dia caminhando pelo centro e descobrindo as belezas de Amsterdã. sabe aquela primeira impressão que tive? se dissolveu. a cidade me ganhou. é um charme sem tamanho. os canais, as flores em todos os lugares, as casas-barcos, os prédios… tudo muito lindo. nem parece de verdade.

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Domingo, 06 de julho de 2014. 33º dia de viagem.

chegamos a Amsterdã por volta das 5h30 da manhã depois de uma longa e cansativa viagem de ônibus desde Berlim. a primeira impressão da cidade, confesso, foi bem negativa. mesmo cedinho o trem que pegamos para a estação central estava suuuuuuuper lotado e já sentíamos o cheiro de maconha no ar.  a lotação, creio eu, devia-se a uma festa que parecia ter terminado a pouco tempo. chegando a estação central, fomos caminhar um pouco pela cidade e, quando menos esperávamos, já estávamos diante do bairro da luz vermelha, o famoso red light district. que loucura! mulheres expostas nas vitrines em qualquer hora do dia. isso porque em Amsterdã a prostituição é legalizada. a história do bairro é bem antiga e dizem que remonta o século XIII, quando muitos marinheiros chegavam de suas viagens e passavam por essa região. nesta época algumas mulheres lá ficavam e ofereciam diversas formas de curar o cansaço desses homens. o nome luz vermelha foi dado por conta da cor escolhida para iluminar os bordéis naquela época, sempre lampiões de luz vermelha.

outra coisa que me deixou confusa em Amsterdã foi a quantidade de bicicletas. claro que eu já sabia que este é um meio de transporte bastante utilizados pelos moradores de lá, mas minha gente, é uma confusão! é bicicleta para todos os lados. os estacionamentos são lotados! não consigo conceber que eles consigam reconhecer as bicicletas. são centenas ou quiçá milhares delas. mó loucura! 😀 quase fui atropelada várias vezes.

depois de caminhar pelas ruas da cidade fomos ao nosso apartamento. o mais aconchegante de todos.

 

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Sábado, 05 de julho de 2014. 32º dia de viagem.

aproveitamos o último dia na Alemanha para conhecer a charmosa Potsdam. esta é uma cidade do leste da Alemanha, sendo a capital e cidade mais populosa do estado federal de Brandemburgo; está localizada a poucos quilômetros de Berlim. Potsdam é conhecida pelos seus belíssimos palácios e jardins. tantos palácios e suntuosos jardins se devem ao fato de a região ter sido a antiga residência dos reis da Prússia. O conjunto cultural de Potsdam foi declarado já em 1990 patrimônio cultural da UNESCO. durante o passeio, além das belas construções encontramos mais um esquilo morto-de-lindo e passamos por um desfile de carros antigos, um mais lindo do que o outro. meu pai adoraria.

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saindo de Potsdam pegamos o trem de volta a Berlim. depois pegamos nosso ônibus e fomos rumo a Amsterdã.

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Quinta-feira, 03 de julho de 2014. 30º dia de viagem.

um mês no mundo. e quase um mês restando…

o dia começou pegando um trem rumo a Oranienburg, uma cidaade pertinho de Berlim, onde está localizado o Campo de Concentração Sachsenhausen. este campo entrou em funcionamento a partir de 12 de Julho de 1936 e foi fechado apenas entre 1945 e 1950. lá morreram pelo menos 12.000 pessoas. durante a visita não consegui ter coragem de tirar fotos. o clima era bem pesado. a sensação daquele momento é indescritível. ouvir os relatos dos prisioneiros que conseguiram sobreviver é no mínimo emocionante.

saindo de Oranienburg, voltamos a Berlim para fazer mais um tour guiado, desta vez focado no Terceiro Reich. passamos pelo memorial do holocausto – um “monumento” dedicado aos cerca de 6 milhões de judeus mortos pelo nazismo durante a Segunda Guerra Mundial.
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passamos também pela conhecida Topografia do Terror. anteriormente neste local funcionava o quartel general da Gestapo e da SS (Schutzstaffel). estas duas forças eram as principais responsáveis pela repressão e pelos crimes nazistas. o lugar foi bastante destruído pelos bombardeios da 2ª Guerra e hoje funciona como museu, com uma galeria de fotos e documentos que visam explicar a ascensão nazista, além de mostrar muitos de suas atrocidades. lá também há um dos maiores trechos remanescentes do muro de Berlim.

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